
A partir dos 60 anos, o corpo muda. A massa muscular diminui, o apetite também. Remédios se acumulam, e a comida que antes trazia prazer agora pode virar fonte de dúvida ou até dificuldade na mastigação. Se você chegou até aqui buscando ajuda para si ou para alguém da família, saiba que não está sozinho nessa.
Sou Juliana Dragone, nutricionista clínica e funcional (CRN-3 27403), e atendo idosos no meu consultório na Vila Clementino e também em domicílio, em diversos bairros da zona sul de São Paulo. Tenho especialização pelo GANEP e já acompanhei centenas de pacientes nessa fase da vida — pessoas com diabetes, problemas na tireoide, pós-cirurgia bariátrica, disfagia e tantas outras condições que pedem uma nutrição mais atenta.
Por que a nutrição para idosos precisa ser diferente

Dados da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia mostram que cerca de 15% dos idosos brasileiros vivem com sarcopenia, a perda progressiva de massa muscular. Isso aumenta o risco de quedas, fragilidade e perda de autonomia. Mas tem jeito: quando combinamos proteína adequada com exercício resistido, conseguimos reduzir quedas em até 40%.
O problema é que muitos idosos não sabem disso. Ou acham que comer menos é normal da idade. Não é. A necessidade de proteína, por exemplo, aumenta: vai de 1,2 a 1,5 grama por quilo de peso. E isso precisa ser ajustado com cuidado, respeitando a função renal, a rotina e as preferências de cada um.
Como eu trabalho com meus pacientes idosos
Costumo dizer que dieta boa é a que cabe na vida. Construo o plano alimentar a partir das preferências, da rotina e dos objetivos de cada paciente — não o contrário. Meus pacientes me descrevem como atenciosa e paciente, e isso faz toda diferença quando estamos tratando de mudanças de hábito.
Na primeira consulta, faço uma avaliação completa: histórico clínico, medicamentos em uso (muitos interagem com nutrientes), exames recentes, rotina alimentar e condições específicas como disfagia ou dificuldade de mastigação. Realizo bioimpedância para medir massa muscular e gordura corporal. E oriento não só o paciente, mas também familiares e cuidadores quando necessário.
O acompanhamento é próximo, com flexibilidade para ajustar quando necessário. Uso um app próprio para facilitar o contato e o envio de orientações. Como uma paciente escreveu: explica tudo com calma e paciência, tira todas as dúvidas.
Minha abordagem inclui:
- Aumento gradual de proteína, respeitando função renal e palatabilidade
- Suplementação de vitamina D e B12 quando indicado (muito comum em idosos)
- Adaptação de consistências para quem tem disfagia ou dificuldade para engolir
- Hidratação dirigida — sede diminui com a idade, mas a necessidade não
- Revisão de interações entre alimentos e medicamentos (polifarmácia)
- Orientação prática para cuidadores e familiares
O que esperar do acompanhamento
Não prometo milagre. Cada organismo responde de forma diferente, e o tempo de adaptação varia. O que posso garantir é um acompanhamento respeitoso, baseado em evidências científicas — como as recomendações do PROT-AGE Study Group e as diretrizes ESPEN 2022 para nutrição de idosos —, e sempre sem julgamento.
Trabalho em parceria com médicos geriatras, endocrinologistas e fisioterapeutas. A nutrição é uma peça do cuidado, não a única. Mas quando bem feita, ela melhora força, disposição, imunidade e qualidade de vida.
Atendo casos de sarcopenia, desnutrição, perda de peso involuntária, diabetes, hipertensão, doenças renais, oncológicas, e também idosos que simplesmente querem envelhecer com mais saúde e autonomia.

Perguntas Frequentes
Você atende em domicílio?
Sim. Atendo em domicílio em diversos bairros da zona sul de São Paulo. É uma opção muito procurada por famílias que preferem o conforto de casa, especialmente quando há dificuldade de locomoção.
Preciso levar exames na primeira consulta?
Se você tiver exames recentes de sangue, função renal ou vitaminas, traga. Eles ajudam a montar um plano mais preciso. Mas se não tiver, não tem problema — a gente começa mesmo assim e solicita depois, se necessário.
Quanto tempo dura a consulta?
A primeira consulta dura cerca de uma hora. É o momento de conversar com calma, entender o histórico e fazer a avaliação completa. Os retornos costumam ser mais curtos, entre 30 e 40 minutos.
Demora quanto para ver resultado?
Depende do objetivo e da condição clínica. Ganho de massa muscular, por exemplo, leva algumas semanas e precisa de exercício junto. Já melhora de disposição e apetite pode aparecer antes. O acompanhamento é feito de perto para ajustar conforme a resposta de cada um.
Você aceita convênio?
Não atendo diretamente por convênio, mas forneço recibo para reembolso. Vale consultar seu plano para saber se há cobertura para nutrição.
Agende sua consulta
Se você está em São Paulo e busca um acompanhamento nutricional sério, humano e baseado em ciência para você ou para alguém da família, vamos conversar. Atendo no meu consultório na Rua Doutor Bacelar, 173 — Conjunto 61, Vila Clementino, e também faço atendimento domiciliar.
Tenho mais de 122 avaliações de pacientes no Google, e fico feliz em saber que muitos me recomendam pela atenção e pelo respeito com que trato cada caso.
Entre em contato pelo WhatsApp e vamos agendar sua avaliação.
